Informações principais
- COBERTURA
- República Democrática do Congo
- REDES
- Airtel
- TIPO DE PLANO
- Só dados
- LOCALIZAÇÃO DO ENDEREÇO IP
- Reino Unido
- ENTREGA
- Código QR por e-mail
Como funciona
- 1Escolha um plano e pague.
- 2Escaneie o código QR que enviamos por e-mail. Você pode instalar antes de viajar.
- 3Ao chegar ao destino (República Democrática do Congo), ative o roaming de dados na linha Spidot.
Dúvidas sobre o eSIM República Democrática do Congo
Quais redes ele usa?
Recebo um número de telefone local?
Posso usar o eSIM para República Democrática do Congo em outros países?
Como faço para instalar?
Meu celular funciona com eSIM?
Um plano para a RDC funciona em Brazzaville?
Vou ter sinal durante a caminhada para ver os gorilas?
Os dados móveis são confiáveis o bastante para videochamadas em Kinshasa?
Posso ter um eSIM de Ruanda e um da RDC no mesmo celular?
Como evitar cobranças da minha operadora?
Posso adicionar mais dados durante a estadia?
Guia de eSIM para a República Democrática do Congo: dados móveis para viajantes
A República Democrática do Congo é um dos maiores países da África e abrange boa parte da bacia do rio Congo. Kinshasa, a capital, é uma cidade enorme e cheia de energia na margem sul do rio, de frente para Brazzaville, a capital da República do Congo, do outro lado. Lubumbashi, no extremo sudeste, é o centro da região de mineração de cobre, e Kisangani fica bem rio acima, em plena floresta tropical. No leste, Goma está à beira do Lago Kivu, aos pés do vulcão Nyiragongo, perto do Parque Nacional de Virunga e dos seus gorilas-das-montanhas, enquanto Bukavu, no extremo sul do lago, é a porta de entrada para Kahuzi-Biega e os seus gorilas-orientais-das-terras-baixas. Perto de Kinshasa, o santuário Lola ya Bonobo cuida de bonobos órfãos. A maioria das pessoas que viaja ao país vai a trabalho de negócios, mineração, diplomacia ou ajuda humanitária, e as condições de segurança variam muito de uma região para outra.
Um eSIM da Spidot oferece dados na RDC desde o momento em que você pousa, sem precisar ir a uma loja de celulares. Você instala em casa, ativa ao chegar e mantém o seu próprio chip para ligações e SMS. Este guia explica os prós e contras de cada opção, quantos dados planejar e o que esperar da cobertura num país enorme, com infraestrutura limitada fora das cidades.
Antes de tudo, confira as recomendações de viagem
Muitos governos desaconselham viagens a partes da República Democrática do Congo, principalmente no leste, e as condições podem mudar rapidamente. Leia as recomendações de viagem atuais do seu governo antes de reservar e de novo antes de se deslocar entre regiões. Se você viaja por uma organização, siga os procedimentos de segurança e o plano de comunicações dela.
Os dados móveis são uma ferramenta útil nas cidades, mas não substituem os rádios, os telefones via satélite e as rotinas de check-in que as organizações que atuam no país costumam usar.
eSIM, roaming ou chip local
Quem viaja a negócios ou em missão humanitária costuma combinar opções. Veja como elas se comparam.
Roaming com o seu chip de casa
O roaming na RDC costuma ser caro, e o roaming de dados pode ser limitado, conforme a operadora. Confira as condições da sua operadora especificamente para o país antes de contar com ele.
Um chip local
Os chips locais são fáceis de encontrar em Kinshasa, Lubumbashi, Goma e outras cidades, e o cadastro com documento de identidade é obrigatório. Um número local é útil em missões mais longas, para ligar para contatos locais e usar dinheiro móvel, mas a configuração toma tempo e significa tirar o seu chip de casa, a menos que o celular tenha um segundo slot.
Um eSIM da Spidot
Um eSIM da Spidot adiciona uma linha de dados ao lado do seu chip de casa. Você compra um plano on-line, recebe o código QR por e-mail logo após o pagamento e instala antes de viajar. Os planos custam a partir de US$ 8,90. A maioria dos planos é só de dados e não inclui um número congolês; se você precisa fazer ligações na mesma linha, veja os nossos planos de dados + chamadas. Ter dados assim que pousa permite mandar mensagens ao motorista ou aos colegas sem esperar por um chip local.
Quantos dados planejar
As viagens de negócios costumam envolver e-mail, mensagens e videochamadas; quem visita os parques dos gorilas gasta mais com mapas e fotos. Os números são aproximados:
- Mensagens: consumo leve, e a forma mais confiável de manter contato quando o sinal oscila.
- E-mail e documentos: consumo leve a moderado, conforme os anexos.
- Mapas e navegação: alguns megabytes por hora; baixe mapas offline como reserva.
- Videochamadas: normalmente várias centenas de megabytes por hora.
- Envio de fotos e streaming: consumo moderado a alto; deixe os envios grandes para um Wi-Fi forte.
Escolhas típicas
Uma viagem de negócios curta a Kinshasa ou Lubumbashi com Wi-Fi no hotel funciona com um plano com dados fixos pequeno ou médio. Missões mais longas, com chamadas diárias e compartilhamento de conexão, ficam mais confortáveis com um plano maior ou um plano ilimitado, lembrando que a velocidade pode diminuir após uso intenso.
Se você viaja com frequência pela região, um plano sem validade permite guardar os dados não usados para a próxima viagem. Você pode conferir quantos dados ainda restam e adicionar mais dados sempre que tiver conexão.
Antes de ir
A instalação de um eSIM exige conexão com a internet, então faça isso em casa, no Wi-Fi. Primeiro, confira se o seu celular é compatível com eSIM e desbloqueado.
Depois, siga o guia de instalação para iPhone, Samsung ou Pixel. Dê à linha o nome "Viagem", mantenha o seu chip de casa como padrão para ligações e SMS e defina a linha Spidot para os dados móveis.
- Instale o eSIM um ou dois dias antes da partida.
- Baixe mapas offline de Kinshasa e de quaisquer outras cidades ou regiões que você vá visitar.
- Salve offline os números de emergência, os contatos de segurança da sua organização e os dados da hospedagem.
- Leve um power bank e cabos extras, pois o fornecimento de energia pode ser instável.
- Desative o roaming de dados no seu chip de casa, a menos que pretenda usá-lo.
Ao chegar à RDC
A maioria dos voos internacionais pousa no Aeroporto Internacional de N'djili, a leste do centro de Kinshasa. Lubumbashi e Goma também têm aeroportos com conexões regionais. Quem vai a Virunga muitas vezes chega por terra a partir de Ruanda, cruzando entre Gisenyi e Goma, enquanto Bukavu é alcançada pelo lado ruandês, em Cyangugu.
Ao chegar, selecione a linha Spidot para os dados móveis e ative o roaming de dados nela. O nosso guia de roaming de dados mostra onde fica essa opção. Se não conectar em alguns minutos, ative e desative o modo avião uma vez.
Saindo do aeroporto de N'djili
O trajeto até o centro de Kinshasa pode ser longo com trânsito pesado. A maioria dos visitantes é recebida pelo hotel, pela organização ou por um motorista de confiança. Use os dados para confirmar o transporte, compartilhar a sua localização e avisar os colegas de que você chegou.
Chegando de Ruanda
Se você vinha usando um eSIM para Ruanda, mude os dados móveis para a linha da RDC depois de cruzar a fronteira. Perto da fronteira, em Goma e Bukavu, o celular ainda pode captar redes ruandesas, então confira o nome da rede se os dados se comportarem de forma inesperada.
Cobertura nas cidades, no rio e na floresta
Em Kinshasa, Lubumbashi, Goma, Bukavu, Kisangani e outras cidades, os dados móveis geralmente funcionam para mensagens e navegação, embora a qualidade varie conforme o bairro e o horário.
Fora das cidades, a cobertura fica bem menos confiável:
- A floresta tropical da bacia do Congo: vastas áreas de floresta têm pouca ou nenhuma cobertura.
- O rio Congo: em viagens pelo rio, há sinal perto das cidades, mas não em longos trechos entre elas.
- Parques nacionais: em Virunga e Kahuzi-Biega, a cobertura é limitada dentro dos parques; os lodges podem oferecer Wi-Fi.
- Regiões de mineração: as cidades do sudeste têm cobertura, mas os locais de mineração e as estradas entre eles podem ter falhas.
- Estradas rurais: muitas estradas não são asfaltadas, e falhas na cobertura entre as cidades são comuns.
Conte com interrupções
Mesmo nas cidades, há quedas de energia e interrupções na rede. Mantenha o celular carregado, salve documentos importantes offline e combine horários de check-in com os colegas para trajetos fora da cidade.
Dados nas estradas, nos voos e no rio
As distâncias são enormes e as ligações rodoviárias entre as regiões são limitadas, então os voos domésticos são a forma habitual de viajar entre Kinshasa, Lubumbashi, Goma e Kisangani. Salve os dados da reserva offline antes de voar.
Em Kinshasa, a maioria dos visitantes se desloca com um motorista providenciado pelo hotel ou pela organização. O trânsito pode ser muito pesado, e os apps de mapas ajudam a estimar o tempo de viagem. Compartilhe a sua localização em tempo real com os colegas quando for apropriado e siga as regras de deslocamento da sua organização.
Visitando os parques dos gorilas
As caminhadas para ver gorilas em Virunga ou Kahuzi-Biega são organizadas pelos parques ou por operadores licenciados. Confira se o parque está aberto e siga as orientações de segurança. Baixe tudo de que precisa antes de entrar na floresta e conte com ficar off-line durante a caminhada.
Como compartilhar dados com o hotspot
O Wi-Fi de hotéis e escritórios pode ser lento ou cair. O Acesso Pessoal (iPhone) ou o Hotspot móvel (Android) pode manter um notebook on-line para e-mails e chamadas. Ele usa a linha selecionada para os dados móveis, então confira se é a linha Spidot.
Notebooks consomem muito mais dados do que celulares. Pause as atualizações de software, a sincronização com a nuvem e os backups antes de compartilhar a conexão e fique de olho no saldo.
Como usar o Wi-Fi público com segurança
Hotéis, cafés e escritórios podem oferecer Wi-Fi. Use redes compartilhadas com cuidado, principalmente para dados de trabalho.
- Use os dados do eSIM para acessar o banco e fazer logins sensíveis.
- Use a VPN da sua organização, se ela oferecer uma.
- Desative a conexão automática a redes abertas.
- Mantenha o celular e os apps atualizados e use um bloqueio de tela forte.
Dicas práticas para a RDC
Alguns pontos gerais que ajudam numa viagem a trabalho ou para ver a vida selvagem:
- Moeda: o franco congolês (CDF) é a moeda nacional, e o dólar americano é muito usado, principalmente para valores maiores. Leve notas limpas e sem danos, pois notas gastas podem ser recusadas. A aceitação de cartões é limitada fora dos grandes hotéis.
- Dinheiro móvel: muitos pagamentos locais usam dinheiro móvel vinculado a números congoleses. Sem uma linha local, você vai pagar principalmente em dinheiro vivo.
- Idiomas: o francês é a língua oficial. O lingala é muito falado em Kinshasa, e o suaíli, no leste. Um pacote de francês offline no app de tradução é útil.
- Fotografia: não fotografe prédios do governo, aeroportos, militares ou policiais, e peça permissão antes de fotografar pessoas. As regras sobre fotografia podem ser aplicadas com rigor.
- Mensagens: o WhatsApp é muito usado para contatos profissionais e pessoais e continua vinculado ao seu número de sempre enquanto o eSIM fornece os dados.
- Discrição: mantenha o celular fora de vista em público quando não estiver usando e evite usá-lo no trânsito com a janela aberta.
A RDC numa viagem por vários países
O leste da RDC geralmente é alcançado por Ruanda ou por Uganda, e as viagens para ver gorilas muitas vezes combinam parques em mais de um país. No sul, Lubumbashi tem ligações próximas com a Zâmbia, e a Tanzânia fica do outro lado do Lago Tanganica. Ao norte fica a República Centro-Africana, e Brazzaville, na República do Congo, fica logo do outro lado do rio, em frente a Kinshasa.
No momento, a Spidot não vende um plano regional para a África, então, em viagens por vários países, o mais simples é ter um eSIM por país. A maioria dos celulares com eSIM pode guardar vários eSIMs, então instale os planos de que precisa antes de viajar e mude os dados móveis para a linha certa ao cruzar uma fronteira.